• Mosteiro da Santa Face

(08/Abr) Servo de Deus, Emanuel Ribera (1811-1874)

Atualizado: 11 de jul. de 2020

Sua formação religiosa se funda muito nas leituras. Desde pequeno tem o hábito das leituras. Lê S. Afonso e Sarnelli. Em junho de 1823, com 12 anos entra para o seminário diocesano como aluno. É jovem de grandes virtudes. Aos 16 anos escreve, por ordem do bispo Caracciolo, um regulamento de vida interior para os seminaristas. O pai que retirá-lo quando demonstra vocação. O bispo o protege. Aos 15 anos recebe as ordens menores. O pai morre e deixa os pequenos a seus cuidados. Boccassini, reitor, diz que ele tem vocação para as missões. Não conhecia a congregação. Faz um retiro com um livro de S. Afonso, o que lhe define a vocação. Nas férias cai-lhe nas mãos o livro de Tannoia sobre a vida e o instituto de Santo Afonso. O padre que o convidara para almoço era um ex-redentorista que assistira a morre do santo. Fugindo de uma chuva dão de cara com uma carroça que traz uma cruz. Eram os redentoristas. Convidado, corre e entra em uma delas. E fala da questão da vocação para a missão. O padre escreve ao Superior Geral, Pe. Celestino Cocle. Deve se apresentar em Nápoles. A mãe não queria.


Aos 15.05.1830 entra para o noviciado. (Escreve dia 15 de maio de 1855: aos 25 anos de minha aceitação no Instituto depois de tantas perseguições... decido viver mais fervorosamente e perfeitamente). Um irmão leigo o leva. Pede para fazer-se santo. Sua vestição foi dia 04.06.1830. É um noviço de sólidas virtudes.


Faz profissão religiosa aos 28.05.1830. Vai para Deliceto onde faz filosofia e teologia, tendo como professor o Pe. Lordi, que será superior geral. Tinha boa memória. Conhece bem S. Paulo, tem grande devoção ao Ssmo e a Nossa Senhora. É de observância exata. Continua a teologia em Materdomini e Pagani. Sabe de cor as Glórias de Maria.


É ordenado Sacerdote dia 14 de março de 1835. Vai para a vida apostólica. Faz o segundo noviciado. É pregador insigne. Preparava-se com a oração e o jejum. Sua mãe se faz religiosa e vai morar em Roma. Trabalhando como missionário teve que suspender para repouso em 1838.


O Cardeal Caracciolo, que fora já seu bispo, o quis em Nápoles para pregação na cidade. Pregava retiros em especial aos universitários.


Foi mestre de noviços em substituição a Di Netta em 1839. É um exemplo, uma imagem do Redentor, salientando o culto à Eucaristia e Maria. Em 1842 está muito doente.


O Cardeal Vigário de Roma o chama para resolver negócios da mãe que era a superiora franciscana. Vista as igrejas e conhece santo. Ele mesmo tem grande fama de diretor espiritual.


Em 1846 está em Santo Antônio a Társia, em Nápoles, onde passa por diversas doenças. É diretor espiritual de Bartolo Longo, atualmente beato. Ajuda-o na obra caritativa de Pompéia. Trabalho no apostolado dos livros que muito difunde.


Em 1851 passa por perigosa enfermidade, como sucessivamente nos anos 67. 69. 71. 73. Sofreu 37 anos de bronco-pneumonia .


No ano de 1860 acontece a revolução. São supressas as casas. Retira-se entre os padres escolápios. Em 1864 deve procurar outro lugar. Em 12.2.67 passa a viver em uma casa particular.


No dia 08.04.1874 ele morre, às 7,30 da manhã.


Dia 26.08.86 faz-se a exumação. Realiza a cura de um padre que estava com tifo.



 

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Nasceu em Schifelli. Seus pais foram Alexandre Fiorini e Rosa Campoli. O pai faleceu em 1876. Passaram grande misérias. A mãe vai trabalhar no galinheiro da comunidade e Isidoro fazia alguns serviços